quarta-feira, 30 de março de 2016

Hostels FAQ #3 Qual a melhor parte de ficar em hostels?

Pessoas que escolhem ficar em hostels normalmente têm bons motivos pra isso. Por isso mesmo essa pergunta é válida e frequente.

Abaixo seis mulheres de diferentes idades e nacionalidades espoem aqueles que segundo elas é o ponto alto desse tipo de hospedagem.



Jana considera que o melhor de ficar em hostels é conhecer outros viajantes "Você conhece tanta gente diferente ouve tantas histórias sobre o que outros viajantes já fizeram ou estão planejando fazer, eu acho isso super interessante. É sempre divertido falar com outras pessoas. Eu sinto que é como se fossemos parte de uma pequena comunidade".



Confira no vídeo abaixo o que outas cinco mulheres tem a dizer sobre esse assunto. Não se esqueça de ativar as legendas.



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Hostels FAQ #3 What's the best thing about staying in hostels?

People that chose to stay in hostels normally have good reason for that. That's the reason why that's a valid question.

Bellow you can see women of different nationalities and ages expose there high points about staying in hostels.



Jana considers that the best thing about staying in hostels is meeting other traveles "You meet so many different people, hear so many stories about  what other travelers have done or are planning on doing, and I think that's so interesting. It's super fun talk to other people. I feel like we were part of a small community".



Check out on the video bellow what other five women have to say about this same subject. Don't forget to activate teh subtitles. 




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terça-feira, 29 de março de 2016

Hostels FAQ #2 Dividir o quarto com desconhecidos e homens?

Quer ver o olho de alguém que nunca ficou em hostel se arregalar é dizer que você precisa dividir o quarto com desconhecidos e muitas vezes também com homens. A ideia de compartilhar um espaço, que pra muitos é considerado intimo, com desconhecidos não é muito bem encarada por quem nunca se hospedou em hostels.

E essa é a segunda pergunta mais frequente e as respostas no texto e em vídeo vão ajudar aqueles que são relutantes com a ideia de se hospedar em hostels a perceber que é algo bem menos assustador e extremamente normal.


Jana não se importa nenhum pouco com o fato de dividir o quarto com homens "Se você não se sente confortável em se trocar na frente deles, você sempre pode ir ao banheiro, na verdade estava em um quarto com outros dois rapazes e eles me disseram que se eu precisasse me trocar eles sairiam do quarto, eu disse que eles não precisavam se preocupar. Então eu não me incomodo nenhum pouco, são sempre pessoas muitos legais e eu nunca estive em nenhuma situação em que me sentisse desconfortável ou algo parecido, então não me importo mesmo".


Aperte o play para ver outras respostas para essa mesma pergunta, não se esqueça de ativar as legendas.



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Hostels FAQ #2 Sharing a room with strangers and men?

People who have never been to a hostel normally act really impressed, in a bad way, when you explain that you are going to share the room with people that you don't know, and many times with men. The idea of sharing a space, that for many people is really intimate, with a stranger is not seen with good eyes for those who have never stayed in a hostel before.

This is the second frequently asked question about hostels, and the answers in the post and video may help those who still reluctant with the idea of staying in hostels, to realize that it's something less scary than it seems and extremely normal.

Jana doesn't mind sharing the room with men "If you don't feel comfortable changing in front of them, you can always go to the bathroom. I was in a room with other two guys and they told me if I wanted to change they would leave the room, I said 'no if I want to change I can leave the room, thats not a problem you don't have to worry'. So I don't mind, they are always really nice people, and I've never been in any situation where I felt uncomfortable or anything like that, so I really don't mind".


Hit play button to watch other travelers answering this same question, don't forget to activate the subtitles. 



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segunda-feira, 28 de março de 2016

Hostels FAQ #1 Por que ficar em hostels?

Esse é o primeiro de uma série de 5 vídeos e posts respondendo algumas das perguntas mais frequentes feitas a frequentadores de hostels.

Quem já viajou sozinho ou em grupo e resolveu ficar em hostel já deve ter ouvido essa pergunta de algum amigo ou conhecido. Por que ficar em hostel? Muitas vezes seguidas das afirmações "Mas tem tanto hotel baratinho por aí" ou "por que vocês não alugam uma casa?"

Só quem já viveu a experiência de ficar em hostels entende como é e por isso mesmo nada melhor do que pessoas que já viveu algo assim, várias vezes pra responder essa pergunta.

Para Jana se hospedar em hostel é uma alternativa de equilibrar o orçamento que não é muito alto. 

Mas essa não é a única razão "Se você está viajando sozinha é muito legal ser capaz de passar o dia com outras pessoas, em um hotel você não teria essa oportunidade, e num hostel você encontra pessoas com o mesmo tipo de pensamento, estão todos viajando, sozinhos ou não. Então você sempre pode encontrar alguém com quem você se identifica muito e essa é uma ótima razão pra ficar em hostels".



Confira no vídeo abaixo como outras viajantes responderam a essa mesma pergunta. Ative as legendas.





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Hostels FAQ #1 Why to stay in a hostel?

This is the first of a series of 5 videos and blog posts answering some of the frequent questions made to hostel goers.

Almost everyone who has traveled alone or with a group and decided to stay in a hostel may have heard this question from a family member or acquentance:"Why to stay in a hostel? Many times followed by some afirmation like  "there are so many cheap hotels nowadays" or "why don't you guys rent a house?"

Only those who have lived the experience of staying in a hostel know how it is, and no one better than people who have lived this to answer this question.


To Jana staying in hostels is a matter of keeping her trip in a low budget.

But that's not the only reason "If you are travelling alone is really nice to be able to spend the day with other people, in a hotel you'd not have this opportunity, and in a hostel you meet people with the same mind set, everyone is travelling, alone or in group. So you always have the chance to meet someone with whom you identify a lot and that's a great reason to stay in a hostel".





Check out the video where other travelers answer this same question. Subtitles avaliable.




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segunda-feira, 21 de março de 2016

Concerto Matinal na Sala São Paulo

A Sala São Paulo faz parte de um projeto de revitalização no centro de São Paulo. Localizada em um dos prédios do antigo complexo da estação da Luz.



Além de concertos a preços populares e a oportunidade de ver ensaios também por preços muito baixos, é possível assistir concertos gratuitamente aos domingos de manhã.

Meu primeiro contato com a Casa São Paulo foi em 2010 quando fiz uma vista guiada por lá. Depois disso, em 2014 quando estava passando alguns meses em São Paulo, fui a um dos concertos matinais.

Esses concertos normalmente apresentam outras orquestras além da OSESP, mas no último concerto que fui no dia 13/03 foi a Orquestra oficial que se apresentou e antes do início do concerto foi divulgado que ainda haverão outros 10 concertos matinais com a OSESP além de todos os outros que acontecem normalmente com orquestras parceiras.

Os ingressos gratuitos e podem ser retirados a partir da segunda-feira antecedente ao concerto na bilheteria da Sala São Paulo, o ideal é que retire os ingressos com antecedência, pode acontecer de ainda haverem ingressos no dia do concerto, mas não conte com isso pois corre o risco de não conseguir assistir.

A agenda de concertos é publicada com bastante no site da Sala São Paulo, então dá pra escolher o que quer ver e quando e combinar um rolê muito massa com os amigos. 



Alem disso a Sala é lindíssima e é um projeto 100% nacional, por isso se estiver com um pouquinho mais de tempo, depois do concerto coma alguma coisa no café e fique pra fazer uma visita monitorada, que começa às 13h, e descobrir um pouco mais sobre o local.


terça-feira, 15 de março de 2016

Mulheres que viajam sozinhas

Ao longo dos anos em que tenho o blog, por várias vezes recebi comentários ou e-mail de mulheres que perguntavam como é que eu tinha coragem de viajar sozinha. Na verdade nunca achei que precisasse ter coragem, só vontade e um destino e foi assim que sempre fiz.

Mas eu entendo que pra muita gente decidir botar o pé na estrada sem uma companhia é um desafio, por isso resolvi me sentar com algumas mulheres de diferentes idades e diferentes nacionalidades e fazer algumas perguntas sobre esse assunto muitas vezes polêmico: Ser mulher e viajar sozinha.

Confira a baixo o resultado dessas conversas.

Não tem tempo pra leitura? Role para o final do post e assista ao vídeo, ou clique aqui.

Jana é uma jovem alemã de 23 anos, que conviveu com o sonho de viajar pelo Brasil desde a terceira série. Agora, graças ao final de um dos períodos da faculdade  e devido ao fato dos amigos ainda estarem estudando, ela pode realizar o sonho da maneira como gostaria.

Essa é a primeira viagem que ela faz sozinha, apesar de ter passado um ano nos Estados Unidos quando era adolescente, a viagem não foi organizada por ela e ela teve suporte, então essa é sua primeira aventura realmente solo.

Para Jana o fato de viajar sozinha a deixa mais aberta para conhecer pessoas e fazer conexões com outros viajantes "Se você está com alguém já tem um plano pro dia, se você está sozinha se torna muito mais flexível".

Segundo ela a parte mais difícil da viagem tem sido a comunicação, por não falar Espanhol ou Português chegou a passar três dias um tanto isolada por estar em um lugar onde ninguém falava inglês.

Quando perguntada se alguma vez se sente solitária por estar viajando sozinha a resposta é enfática "Não, sempre tem tantos outros viajantes ao redor, mesmo nos dias que eu estou sozinha, por exemplo, fui fazer uma caminhada e encontrei algumas pessoas no caminho e seguimos juntos, então não, é bem difícil me sentir sozinha".

A única situação difícil pela qual passou até agora, foi quando estava em uma área não muito amigável no Rio de Janeiro e quase foi roubada, nesse momento ela diz que teria sido muito bom ter alguém com ela.


Alicia é uma Londrina de 27 anos que já viajou sozinha por 8 países.

Alicia diz que prefere viajar sozinha por ter mais liberdade de fazer o que quiser "Quando você está viajando com outra pessoa precisa seguir os planos dele, e eu gosto de fazer o que quiser, não preciso esperar por ninguém. Pra mim é bem mais fácil viajar sozinha"

Para Alicia uma das melhores coisas sobre viajar sozinha é a paixão que ela tem por conhecer novas culturas,  novos países mas especialmente por provar novas comidas. O fato de não ser responsável por mais ninguém além de si mesma também é um fator.

A possibilidade de ficar sozinha no quarto lendo o tempo todo ou em um hostel com poucas pessoas ou se você passou por uma situação que gostaria de ter compartilhado com alguém são apontados por Alicia com a pior parte de viajar sozinha, mas ela gosta de ter algum tempo pra si mesma.

Sentir-se solitária é algo que pode acontecer mas Alicia sabe como lidar com a situação "Se eu me sinto sozinha dou um telefonema pra minha mãe ou converso com meus amigos pelo Whatsapp ou Facebook, isso acontece mas é fácil de superar"

Alicia passou por uma situação em que desejou estar acompanhada quando estava na malásia, passou por um dia com dores de cabeça e no pescoço sem saber exatamente o que fazer, mas simplesmente passou o dia dormindo e e na manhã seguinte quando acordou estava se sentindo melhor "Foi uma situação difícil, mas foi apenas um dia".

O recado que ela deixa pra quem está pensando em viajar sozinha é de que não há motivos pra se sentir amedrontada pra e que ficar em hostels é uma ótima opção "Sempre há pessoas que fizeram a mesma rota que você e podem te dar conselhos, e pessoas que trabalham em hostels são muito mais prestativas do que as que trabalham em hotéis".


Fernanda é uma jovem gaúcha de 23 anos que começou a viajar sozinha há apenas alguns meses atrás.

Sua primeira experiência começou quando estava em uma praia com amigos e quando eles resolveram partir ela decidiu ficar por já ter feito amizades com outras pessoas e isso a impulsionou fazer outra viagem sozinha, dessa vez para São Paulo.

Para Fernanda a melhor parte de viajar sozinha é a liberdade em se fazer o que que se tem vontade de fazer, seja sair e conhecer lugares ou ficar onde está e ter longas conversas com outras pessoas.

Para ela a parte negativa de viajar sem companhia é a sensação de insegurança que surge em algumas situações "Fazer as coisas por conta mas tendo o mínimo de cautela"

Quando perguntada se se sente solitária em algum momento ela responde "Sim mas não no sentido negativo, às vezes é bom ficar sozinha pra refletir".

Pra quem está pensando em começar a viajar sozinha o incentivo de Fernanda é começar com viagens pequenas e aos poucos.


Sara é uma espanhola de 30 anos que decidiu viajar sozinha inicialmente por apenas dois meses e já está há oito meses viajando e já passou por 13 países nas Américas Central e do Sul.

Tomar a decisão de viajar sozinha não foi uma tarefa fácil para Sara, sua família não a apoiou inicialmente e apenas uma amiga lhe deu suporte.

Sara decidiu sair viajando por estar em um momento em que se sentia presa em sua própria vida e não estava satisfeita com o trabalho, o plano era passar um mês em Cuba e um mês no México mas a viagem não parou.

Para Sara a melhor parte de viajar sozinha é o fato de ser a responsável por todas as decisões "Você decide a cada momento  o que fazer, muda seus planos, é uma sensação de liberdade incrível".

Em contra partida viajar sozinha também pode ser muito trabalhoso "Você é quem tem que procurar horários, hostels, procurar o que fazer na cidade, está tudo a seu encargo".

Sara diz que se sente solitária algumas vezes durante a viagem, mas isso só começou a acontecer por volta da metade da viagem, mas ainda assim segunda Sara isso é algo que se resolve em conversas online com os amigos.

Sara se considera muito sortuda por sempre ter encontrado pessoas incríveis durante suas viagens e por isso diz que nunca passou por situações em que desejava ter algum conhecido por perto justamente por ter feito uma família viajando.

Para as pessoas que ainda não tem coragem de viajar sozinha Sara se solidariza "É complicado, passei pelo mesmo, pensei em fazê-lo por meses" e a conclusão final é " Comece com viagens pequenas, de uma semana pelo seu país, onde se sente mais confortável. Eu lhes animo pois acredito que essa é uma das melhores experiências da minha vida".



Yessica é uma holandesa de 25 anos que viaja sozinha desde os 18.

Para Yessica a melhor parte de viajar sozinha é a liberdade de conhecer pessoas e fazer conexões "Eu não quero fazer isso pra sempre, mas acho que essa é a idade é época perfeita para fazê-lo".

Yessica não vê muitos lados negativos em viajar sozinha, para ela a única coisa negativa pode ser caso você fique doente e não consiga tomar conta de si mesma "Mas eu sempre tive pessoas que se dispuseram a tomar conta de mim quando eu me senti dessa forma".

Para ela sentir-se só não é algo que acontece "O mais importante é ser um bom amigo de si mesmo, se você é um bom amigo de si mesmo, você nunca está só".

Yessica se considera uma pessoal nada tímida e muito sociável por isso diz nunca ter passado por nenhuma situação em que desejasse companhia de outros "Tem sempre pessoas muito agradáveis por perto se eu sinto necessidade de socializar".

Para quem está pensando em viajar sozinha mas ainda não tem coragem Yessica diz "Todos precisam provar, basicamente tudo pra saber se gostam ou não. Obviamente existem pessoas que não gostam de viajar sozinhas mas você não pode saber se não tentar".



Giulia é uma italiana de 32 anos que começou a viajar sozinha há um ano, já esteve na Grécia, andou pelo Caminho de Santiago e visitou Estados Unidos e Canadá sem companhia e agora está no Brasil e vai viajar pela América do Sul.

Para Giulia viajar sozinha é "Uma ótima maneira de descobrir o mundo e conhecer novas pessoas".

Giulia considera a melhor parte de viajar sozinha o fato de não ter compromissos "Eu posso mudar meus planos quando quiser, apenas seguir o fluxo e isso geralmente funciona muito bem".

A pior parte de viajar sozinha, segundo Giulia, é a questão de segurança "Às vezes você pode se sentir um pouco insegura, eu nunca estive em nenhuma situação mais complicada, mas você precisa apenas ser cuidadosa".

Sobre se sentir sozinha Giulia diz que é algo que pode acontecer "Existem momentos onde você se sente só e triste e com vontade de voltar pra casa, mas isso é parte do jogo que você escolheu jogar, se você passa por essas situações você sai delas mais forte".

Giulia passou por um momento difícil durante a viagem, ela não estava completamente sozinha mas foi um momento em que desejou ter alguém que conhecesse perto de si.

Para quem ainda está juntando coragem pra viajar sozinha a resposta de Giulia é bem direta "Pare de pensar e comece com algo pequeno. Pode parecer assustador a princípio mas é simplesmente porque você ainda não está acostumado, mas isso é algo que todas as pessoas são capazes de fazer. Comece com algo pequeno, tente e você irá amar".


O vídeo tem legendas em Inglês e Português começando aos 38 segundos

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Women travelling alone

For all the years that I have this blog, I've been recieving e-mails and comments of women asking how I have the courage to travel alone. I actually never thought I'd have to have courage, just the desire to explore new places and a destination, and that was what I always did.

But I understand that for many people decide to travel all alone is a challange, that's why I decide to sit and talk with six woman from different countries and ages about this subject that can be controversial: Being a woman and travel alone.

Check out the result of the chats I had down bellow.

Don't have time to read? Go to the end of this post and whatch the video or click here.

Jana is a young 23 year-old German that has lived with the dream of visiting Brazil since third grade. Now, thanks to the fact that she has finished college and her friends are still studying, she is being able to realize her dream her own way.

This is the first time Jana travels alone, even though she spent a year in the United States when she was a teenager, the travel was organized by an agency and she had all the support, so that's really the first time she is on the road all by herself.

To Jana travelling alone makes her more open to met new people and make more conections with other traveles "If you're with someone you already have a set plan for the day, if you're alone you became much more flexible".

To her the most difficult part of this trip is the communication, because she doesn't speak any Spanish or Portuguese she spent three days a little bit isolated for being in a place where no one spoke English.

When asked is she ever feel lonely travelling alone her answer is sharp "No, there's always so many other travelers around, even on the days I'm completely alone, for exemple, I went to on a hiking and met some people on the way and we did it together, so no, it's very difficult to feel lonely".

The only difficult situation  that she went so far, was when she was in a not very nice area in Rio de Janeiro and almost got robbed, in that moment she says she would like to have someone with her.


Alicia is a 27 year-old Londoner who has been alone to eight countries.

Alicia says that she prefers to travel alone because she has much more freedom to do what she wants "When you're travelling with someone you have to follow their plans, and I like to do what I like to do, I don't have to wait for anyone, for me is easier to travel alone".

To her one of the best things about travelling alone is the passion that she has for discovering new cultures, new countries and specially trying new food. The fact of not being responsible for anyone else other than herself is a big positive point to her as well.

The possibility of being alone on her room reading all the time, or in a hostel that don't have many people there or yet, if you had an experience that you'd like to share with someone that you know are appointed by Alicia as the worst parts of travelling alone, but she likes to have some time  to herself, so she says that's not too bad.

Feeling lonely is something that can happen but Alicia knows how to handle the situation "If I feel lonely I'll give my mom a call back home, chat with her or I'll chat with my friends on Whatsapp or Facebook, it happens but is easy to deal with".

Alicia went through a situation when she wanted to be with someone when she was in Malasia, she spent one day with very bad headache and pain in her neck and she didn't know what to do, but she spent the whole day sleeping and slept through the night, and was fine on the next morning "It was a difficult situation, but was just one day, so it's was not so bad".

The message she has to women who are thinking about traveling alone and don't have enough courage yet is that there's no reason to be afraid and staying in hostels is always a good choice "There's  always people who have done the same rout as you and will give you advice, and people that work in hostels are always much more helpful than people that work in hotels".



Fernanda is a 23 year-old Brazilian that started travelling alone just a few months ago.

Her first experience started when she was on a beach with some friends, and when they decided to leave she decided to stay because she had made new friends, and that encouraged her to make another trip alone, this time to Sao Paulo.

To Fernanda the best part of travelling alone is the freedom on doing what she wants to do, it could be going out and explore the city or staying in and having long conversations with other people.

To her the negative part of travelling alone is the feeling of insecurity that can hit you in some situations "Do things alone but being at least a bit cautious".

When asked if she ever fell lonely she aswers "Yes, but not in a bad way, sometimes is good to be alone and think about life".

To those who are thinking about travelling alone Fernanda says that you should start with small and short trips.



Sara is a 30 year-old Spanish that decided to travel alone initially for two months, and is on the road for eight monts, she has visited a total of 13 countries in Central and South Americas.

Take the decison of traveling alone was not easy to Sara, her family didn't support her and just a friend gave her the support she needed.

Sara decided start travelling because she was in a moment of her life she didn't like, her job was good but not at her field, the plan was to spend a month in Cuba and a month in Mexico but she never stopped travelling.

To Sara the best thing about travelling alone is the fact of you being responsible for all the decisions "You decide what to do at every moment, you change your plans, is an incredible felling of freedom".

On the other hand travelling alone can be a little bit to much work "You're the one who have to look for timetables, hostels, look for what to do in the city, everything is your responsibility".

Sara says that she feel lonely sometimes during her trip, but that started to happen around the middle of the period that she's been travelling, but she says that chatting with her friends through internet always helps.

Sara consideres herself very lucky for having always bumped into incredible poeple and says that she was never in a situation where she wanted to have someone that she knew for a longer time because she met people that she considers her family.

To those who are gathering courage to start to travel alone she understands the feeling "It's complicated, I went through the same, I thought about doing it for months" and she concludes "Start with some small trips, of a week or so, in your country where you feel more comfortable. I'd encourage them because this is one of the best experiences of my life".



Yessica is a 25 year-old Dutch that travels alone since she was 18.

To Yessica the best part of travelling alone is the freedom to meet people and make conections "I don't think I'll do this forever, but I think this is the best age and circunmstance and I love it".

Yessica doesn't see many negative sides on travelling alone, to her the only negative side can be that if you get ill or sick and can't take care of yourself "But I've always running into people who were willing to help me whenever I felt like that".


To her, feeling lonely is not something that happens "The most important thing is that you have to be a good friend to yourself, if you're good friends to yourself, you're never lonely".

Yessica considers herself not a very shy person and very sociable and for that reason she says she was never is a situation where she wanted company of others "There's always nice people around if I fell like being sociable".

For women who are thinking abou travelling alone Yessica says "everyone needs to try basically everything in order to know whether they like it or not. There's obviously people who don't like to travel by themselves, but you can not know if you haven't tried".


Giulia is a 32 year-old Italian that started travelling alone one year 
ago and has already been to Greece, walked the Camino de Santiago de Compostella in Spain, and visited United States and Canada, all by herself. And now she is in South America, the first country she's visiting is Brazil.

To Giulia travelling alone is "A great way the discover the world and meet new people".

Giulia considers the best part of travelling alone the fact that there are no compromises "I can change my mind whenever I want, just go with the flow and that usually works very well".

To Giulia the worst part of travelling alone is security "Sometimes you can feel a little unsafe, I've never been in a  dangerous situation, but you have to be careful".

About feeling lonely Giulia says that's something that can happen "There are moments where you feel lonely, and sad, and you feel like going back home, but that's part of the game that you chose to play, and if you go through this moments you get stronger".

Giulia  went throug a difficult moment this trip, she was not completely alone but at that moment she wanted to have someone that she knew besides her.

For those who are thinking about travelling alone Giulia says "Stop thinking and start whit something small. It can look scary at first but that's just because you're not used to it, but that's something everyone can do. Start whit something small, try it and you'll love".



The video has subtitles in Portuguese and English starting at 38 seconds


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quarta-feira, 9 de março de 2016

O Mundo de Tim Burton no MIS

Na última terça-feira fui com dois amigos ao MIS pra conferir a exposição do mundialmente famoso e excêntrico Tim Burton.



Mesmo que eu não estivesse sempre ciente, Tim Burton e seus filmes fizeram parte da minha infância e moldaram muito dos meus gostos por filmes. Cresci vendo incansavelmente O Estranho Mundo de Jack, Edward Mãos de Tesoura e Os Fantasmas se Divertem entre outros que tem o toque bizarro do diretor.

A exposição é interessantíssima, ver como a criatividade do diretor se desenvolve e se expressa, ser presenteado com a oportunidade de ver centenas de rascunhos, muitos feitos em guardanapos de pepel e até mesmo em páginas de jornal é algo único.


Passamos um total de 2 horas vendo cada coisinha e digo que dá pra passar até um pouquinho mais caso você pare pra ver os curtas que o diretor fez no início da carreira, nós só vimos uns dois.

Não são permitidas fotos ou filmagens dentro da exposição e essa não é uma regra do MIS mas da equipe do Tim Burton, e é uma boa decisão, assim as pessoas passam mais tempo apreciando o trabalho do diretor e menos tempo tirando fotos pra postar no Facebook.

Fotos só até aqui


Na saída nos deparamos um uns ator fazendo cosplay do Edward Mão de Tesoura e eu fui "obrigada" a ir tirar um foto com ele.


Aquele abraço no Edward


Moço, meus twistes não!


É interessante tentar chegar cedo, ouvi muitas pessoas que só conseguiram pegar ingressos para três horas depois de chegarem ao museu, no nosso caso chegamos um pouco depois das 10:00 e conseguimos ingresso pra 11 da manhã, mas nem todos tem a mesma "sorte".

A exposição acontece no MIS - Museu da Imagem e do Som- até o dia 15/05/2016 e às terças-feiras a entrada é grátis para todos. Aos domingos o preço é de R$12,00 a inteira e R$6,00 a meia. Confira horários clicando aqui.

Entrada franca. Gosto.


quinta-feira, 3 de março de 2016

Hostels: Paraty

Muito tempo depois de ter começado essa série de posts, vamos terminar, né? Eu poderia simplesmente fingir que acabou, mas eu sou dessas pessoas que não conseguem deixar as coisas semi terminadas, ou consigo deixar em stand by digamos assim.

Paraty : O hostel escolhido foi o  Vibe Hostel Paraty. Já faz um tempo mas eu digo que na época que fui o hostel era bem bom sim.

Ficamos em um quarto com 6 camas, e como estávamos em 6 eles colocaram todos nós juntos. A localização do hostel era muito boa, literalmente cinco minutos andando da rodoviária e como você precisa ir a rodoviária pra ir pra praias mais distantes, acho uma ótima pedida. Também era a uma distância do centro histórico e consequentemente das praias urbanas.



O café da manhã era dos campeões muito bom mesmo, levantava cedo pra ter tempo de comer pelo mais tempo possível. Sou dessas. 

O ponto mais negativo que achei na época (pode estar diferente hoje) é que o portão da frente estava sempre aberto e o funcionário da noite estava sempre dormindo, numa ocasião chegamos de madrugada conversando e ele não acordou, do mesmo jeito que entramos no hostel, qualquer outra pessoa poderia ter entrado, e também não nos deram chave do quarto, então a questão de segurança deixou bem a desejar, mas isso foi no final de 2014, então pode ser que hoje esteja diferente.

E assim encerro (por enquanto) a série de posts sobre os hostels que fiquei. Importante ressaltar que nenhum desses posts foi patrocinado e que as opiniões expostas são minhas opiniões reais de mochileira que viaja com orçamento apertado.

Boas viagens!